domingo, 7 de julho de 2013
quinta-feira, 4 de julho de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
FC Porto está na final pela segunda vez
Desta vez a final não é em Dublin. É em Coimbra. FC Porto e SC Braga são os finalistas da Taça da Liga 2012/2013.
O FC Porto venceu, esta quarta-feira à tarde, o Rio Ave por 4-0, em jogo das meias-finais da Taça da Liga, disputado no Estádio do Dragão. James (56’ g.p.), Fernando (71'), Defour (82') e Mangala (90'+3) fizeram os golos. Este triunfo leva os Dragões à final de Coimbra, pela segunda vez nas seis edições da prova.
Para o jogo desta tarde no Estádio do Dragão, e depois de uma vitória segura frente à Académica, Vítor Pereira decidiu dar descanso aos habituais titulares Lucho, Alex Sandro e Otamendi, apostando em jogadores menos rodados, como o guarda-redes Fabiano, Abdoulaye e Castro.
Nota ainda para a titularidade de Defour no ataque portista e para Liedson, que voltou a ficar no banco de suplentes.
Na equipa de Vila do Conde, o destaque foi para Ukra, avançado português emprestado pelos azuis e brancos ao Rio Ave.
O desafio tinha ainda a particularidade de ter sido adiado devido a recursos no Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol. Em causa estava a eventual irregularidade da utilização por parte do FC Porto dos jogadores Sebá, Fabiano e Abdoulaye frente ao V. Setúbal.
A primeira parte mostrou duas equipas muito comedidas dentro de campo, com muita disputa a meio-campo. O FC Porto foi a equipa que sempre esteve mais perto do golo. Contudo, o primeiro lance de perigo junto da baliza de Oblak aconteceu apenas aos 37 minutos, por intermédio de Maicon. Valeu a intervenção do guarda-redes dos vila-condenses.
Perto do intervalo foi a vez de Bebé e Hassan criarem perigo na área portista, mas a não ser suficiente para o Rio Ave sair para o intervalo a vencer no Estádio do Dragão.
Ao intervalo, com pouco a contar sobre a primeira parte, os assobios por parte dos adeptos dos azuis e brancos ilustravam bem o que se tinha passado no primeiro tempo.
À entrada para a etapa complementar, Vítor Pereira decidiu fazer a primeira substituição, colocando Alex Sandro no lugar de Abdoulaye para dar mais profundidade pelas laterais à equipa portista.
Aos 53 minutos, após grande passe do capitão Fernando a desmarcar Jackson Martínez, o guarda-redes do Rio Ave não encontrou melhor solução que travar o colombiano com falta dentro da grande área. O árbitro Hugo Miguel não teve dúvidas em mostrar cartão vermelho a Oblak. Com Jackson ainda lesionado, coube a James converter a grande penalidade, tendo pela frente o “novo” guardião dos vila-condenses Ederson (que entrou para o lugar do avançado Ukra). O extremo portista não bateu da melhor forma o penálti, mas a bola acabou por entrar, inaugurando o marcador.
Com Izmaylov em campo para o lugar de Moutinho, e com o Rio Ave reduzido a dez jogadores, o FC Porto conseguiu facilmente chegar ao segundo golo por intermédio de Fernando aos 71 minutos.
Antes do terceiro do FC Porto, Liedson entrou finalmente em campo, mas para ver uma boa jogada entre Castro e Defour, que terminou em golo, com autoria do médio belga aos 82 minutos.
Já em cima do minuto 90, Izmaylov, que tinha entrado aos 62 minutos, viu o cartão vermelho direto, acabando por ser expulso por alegada agressão a Lionn. Deste livre resultou o quarto golo portista, com Mangala a ter apenas de empurrar a bola após o livre de Danilo.
FC Porto garante assim a sua segunda presença numa final da Taça da Liga, depois de na primeira ter perdido, em 2010, com o Benfica por 3-0 no Estádio do Algarve. O adversário deste ano será o vizinho SC Braga (que eliminou o Benfica), numa final agendada para 13 de abril às 19h45, no Estádio Cidade de Coimbra, que fará lembrar a final da Liga Europa em 2011, em Dublin.
Moção de censura ao Governo rejeitada pela maioria
A moção de censura apresentada pelo PS ao Governo foi chumbada pela maioria parlamentar composta por PSD e CDS.
No total, foram contabilizados 131 votos contra, todos da maioria de deputados sociais-democratas e centristas, ao passo que toda a oposição votou a favor da moção apresentada pelo PS ao Governo de Passos Coelho.
Apesar do 'chumbo' assegurado pelo voto contra das bancadas da maioria, que somou um total de 131 votos, toda a oposição uniu-se no voto favorável à moção de censura socialista.
De um total de 230 deputados, estiveram presentes 228 parlamentares. Votaram contra os 108 deputados do PSD e 23 parlamentares do CDS-PP.
Os votos favoráveis das bancadas da oposição, num total de 97, distribuíram-se da seguinte forma: 73 votos para o PS, 14 para o PCP, oito para o BE e dois para o partido ecologista os Verdes.
À votação da moção de censura apresentada pelo PS faltaram, portanto, dois deputados, um socialista e outro da bancada do CDS-PP.
Para a moção de censura ser aprovada - o que implicava a demissão do Governo - era necessário ter obtido os votos da maioria dos deputados em efectividade de funções.
Esta foi a 24ª moção de censura ao Governo da história da democracia portuguesa e a quarta vez que o executivo de Passos Coelho foi submetido à censura da oposição, em menos de dois anos de governação.
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